Por que print e PDF do navegador são frágeis
- São gerados na sua máquina: não há como demonstrar que o conteúdo não foi manipulado localmente antes da captura (extensões de navegador editam qualquer página em segundos).
- Não registram a origem: nada amarra a imagem ao domínio real que serviu o conteúdo.
- Não têm data confiável: a data do arquivo é a do seu computador, que qualquer um ajusta.
- Não têm hash: impossível provar depois que o arquivo juntado é o mesmo capturado.
O que uma captura probatória de página registra
Em uma preservação técnica, a página é acessada por um navegador que roda no servidor da plataforma — em ambiente limpo, fora do seu computador. No ProvaHub, a sessão registra:
- Capturas de tela probatórias geradas no servidor, com hash triplo cada.
- O código HTML da página, preservado e hasheado a cada captura.
- Metadados do domínio: registros DNS, certificado TLS e dados de registro — amarrando o conteúdo à origem real (e não a uma página falsificada).
- URL final, título, ambiente do navegador e registro de cada interação.
- Cadeia de custódia com todos os eventos encadeados e relatório PDF/A assinado com carimbo do tempo.
Por que a captura em servidor faz diferença
Como o navegador roda no servidor — e você apenas o assiste e comanda ao vivo —, o registro documenta que aquele conteúdo foi servido por aquele domínio naquele momento, com evidências de rede coletadas de forma independente da sua máquina.
Passo a passo no ProvaHub
- 1
Crie um registro do tipo "Página web" e informe a URL.
- 2
Navegue ao vivo pela página no navegador remoto — role, abra seções, expanda comentários.
- 3
Capture as telas probatórias nos pontos que interessam.
- 4
Conclua a sessão: hashes, cadeia de custódia, relatório assinado e página pública de verificação são gerados automaticamente.
